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15 de jul. de 2026 · 6 min de leitura

Escritório próprio ou privativo: quanto custa manter em Campo Grande

Quando um empresário calcula o custo de um escritório, quase sempre pensa no aluguel. Mas o aluguel é só a primeira linha de uma conta bem mais longa — e é justamente o que fica de fora dessa conta que costuma surpreender no fim do mês. Antes de assinar um contrato de locação ou renovar o atual, vale comparar, com honestidade, o custo real de manter um escritório próprio e o de um escritório privativo em um clube corporativo. As contas costumam contar uma história diferente da que a intuição sugere.

O custo real de um escritório próprio

Alugar uma sala comercial em Campo Grande é apenas o começo. Ao longo do mês, uma estrutura própria acumula uma série de despesas fixas e variáveis que raramente aparecem no cálculo inicial — e que, somadas, muitas vezes dobram o valor do aluguel:

  • Aluguel e condomínio da sala comercial, com reajuste anual.
  • Energia elétrica, água e internet — contas que sobem com o uso.
  • Mobília e equipamentos: mesas, cadeiras, armários, ar-condicionado e a manutenção de tudo isso.
  • Limpeza, café e material de escritório, todo mês.
  • Recepção: contratar alguém para receber clientes e correspondências, ou perder essa função.
  • IPTU, seguro do imóvel e pequenas reformas ao longo do contrato.
  • Capital imobilizado: o dinheiro parado em depósito, luvas e montagem que poderia estar no seu negócio.

O escritório privativo: um custo previsível, com tudo incluído

Um escritório privativo em um clube corporativo funciona pela lógica oposta: uma sala fechada e exclusiva da sua empresa, mobiliada e climatizada, por um valor mensal único que já inclui a infraestrutura inteira. Energia, internet de alta velocidade, limpeza, recepção de concierge, café premium, salas de reunião reserváveis e um endereço de prestígio entram no mesmo pacote. Não há surpresa no fim do mês, não há capital preso em montagem e não há uma segunda conta escondida atrás do aluguel.

Comparando os dois modelos ponto a ponto

  • Previsibilidade: no próprio, o custo se espalha em várias contas variáveis; no privativo, é um valor mensal fechado.
  • Entrada: o escritório próprio exige investimento inicial pesado em mobília e montagem; o privativo já vem pronto para usar.
  • Serviços: recepção, limpeza e café são custo extra no próprio e já estão incluídos no privativo.
  • Imagem: manter uma recepção e um endereço corporativo à altura custa caro por conta própria; no clube, já vem no pacote.
  • Flexibilidade: sair de um contrato de locação é lento e caro; um plano de escritório privativo acompanha o momento da empresa.

Como fazer as contas do seu caso

A comparação justa não é aluguel contra mensalidade — é o custo total de ocupação de cada modelo. Some tudo o que o escritório próprio consome em um mês típico: aluguel, condomínio, energia, internet, limpeza, café, recepção e a parcela mensal do que você investiu em mobília e montagem. Coloque esse número ao lado da mensalidade de um escritório privativo com os mesmos serviços incluídos. Para a maioria das empresas pequenas e médias — e especialmente para quem está começando ou não precisa de uma equipe grande no local todos os dias — o modelo privativo entrega o mesmo padrão por um custo total menor, e ainda libera capital para o que gera receita.

Escritório privativo no MYJOB

No MYJOB, o escritório privativo reúne exclusividade e previsibilidade com a hospitalidade de hotelaria do clube: concierge que recebe os seus clientes, café premium, salas de reunião reserváveis e um endereço de prestígio — tudo em um valor mensal único. São três unidades para escolher: Afonso Pena e Executive, no Centro de Campo Grande, e Dourados, no Jardim Central. Antes de renovar o contrato da sua sala, vale fazer a conta completa e visitar o clube — a diferença costuma aparecer já no primeiro mês.

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Escritório privativo, salas de reunião e endereço fiscal e comercial em Campo Grande e Dourados.

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