
Quando um empresário calcula o custo de um escritório, quase sempre pensa no aluguel. Mas o aluguel é só a primeira linha de uma conta bem mais longa, e é justamente o que fica de fora dessa conta que costuma surpreender no fim do mês. Antes de assinar um contrato de locação ou renovar o atual, vale comparar, com honestidade, o custo real de manter um escritório próprio e o de um escritório privativo em um clube corporativo. As contas costumam contar uma história diferente da que a intuição sugere.
O custo real de um escritório próprio
Alugar uma sala comercial em Campo Grande é apenas o começo. Ao longo do mês, uma estrutura própria acumula uma série de despesas fixas e variáveis que raramente aparecem no cálculo inicial e que, somadas, muitas vezes dobram o valor do aluguel:
- Aluguel e condomínio da sala comercial, com reajuste anual.
- Energia elétrica, água e internet, contas que sobem com o uso.
- Mobília e equipamentos: mesas, cadeiras, armários, ar-condicionado e a manutenção de tudo isso.
- Limpeza, café e material de escritório, todo mês.
- Recepção: contratar alguém para receber clientes e correspondências, ou perder essa função.
- IPTU, seguro do imóvel e pequenas reformas ao longo do contrato.
- Capital imobilizado: o dinheiro parado em depósito, luvas e montagem que poderia estar no seu negócio.
O escritório privativo: um custo previsível, numa fatura só
Um escritório privativo em um clube corporativo funciona pela lógica oposta: uma sala fechada e exclusiva da sua empresa, mobiliada e climatizada, com tudo o que a operação de um escritório exige numa fatura só. Energia, internet de alta velocidade, limpeza da sala e das áreas comuns, recepção de concierge, café e chá à vontade, horas de sala de reunião e o uso comercial do endereço entram na mensalidade, e não há capital preso em montagem. À parte ficam estes itens:
- Endereço fiscal (instrumento próprio)
- Horas de sala além das previstas no contrato
- Estúdio de podcast (no MYJOB Executive)
- Coffee break pelo cardápio
- Plantão de 30% sobre a hora fora do horário ordinário
- Impressão
- Itens pagos do cardápio
- Estacionamento (pago no Executive e em Dourados; cortesia no Afonso Pena)
- Guarda de correspondência além de 10 dias (R$ 35 por dia)
Comparando os dois modelos ponto a ponto
- Previsibilidade: no próprio, o custo se espalha em várias contas variáveis; no privativo, a estrutura vem numa mensalidade, e os extras de uso na mesma fatura.
- Entrada: o escritório próprio exige investimento inicial pesado em mobília e montagem; o privativo já vem pronto para usar.
- Serviços: recepção, limpeza e café são custo extra no próprio e já estão incluídos no privativo.
- Imagem: manter uma recepção e um endereço corporativo à altura custa caro por conta própria; no clube, já vem no pacote.
- Crescimento: na locação, mais espaço costuma exigir outro contrato e outra mudança; no clube, a empresa muda de unidade ou faz upgrade de sala sem quebra de contrato, e na troca de sala, a sala deixada passa pela vistoria e pela taxa de pintura do contrato (cláusulas 8.5, alínea c, e 11.2).
Como fazer as contas do seu caso
A comparação justa não é aluguel contra mensalidade: é o custo total de ocupação de cada modelo. Some tudo o que o escritório próprio consome em um mês típico: aluguel, condomínio, energia, internet, limpeza, café, recepção e a parcela mensal do que você investiu em mobília e montagem. Coloque esse número ao lado da mensalidade de um escritório privativo que entregue os mesmos serviços, somando os itens à parte que você de fato usaria. Para a maioria das empresas pequenas e médias, e especialmente para quem está começando ou não precisa de uma equipe grande no local todos os dias, o modelo privativo entrega o mesmo padrão por um custo total menor, e ainda libera capital para o que gera receita.
Escritório privativo no MYJOB
No MYJOB, o escritório privativo reúne exclusividade e previsibilidade com a hospitalidade de hotelaria do clube: concierge que recebe os seus clientes, café e chá à vontade, salas de reunião reserváveis e o uso comercial do endereço, numa fatura só (o endereço fiscal, que vai no CNPJ, é instrumento próprio, à parte). São três unidades para escolher: Afonso Pena, no Jardim dos Estados, Executive, no Centro de Campo Grande, e Dourados, no Jardim Central. Antes de renovar o contrato da sua sala, vale fazer a conta completa e visitar o clube: a diferença costuma aparecer já no primeiro mês.
Um clube privado de escritórios em Campo Grande e Dourados: escritório privativo, salas de reunião, endereço fiscal, endereço comercial e estúdio, com concierge e padrão de hotelaria.
