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· 4 min de leitura · revisado em

Escritório privativo ou compartilhado: qual escolher

Sala privativa do MYJOB Executive com mesa amadeirada, cadeira preta, estante de madeira com livros e um globo, e quadro de montanhas
Sala privativa do MYJOB Executive, em Campo Grande: a mesma mesa, os mesmos documentos e a porta que fecha, todo dia, só para a sua empresa.

Espaço compartilhado e escritório privativo resolvem o mesmo problema (onde trabalhar e receber clientes) de maneiras bem diferentes. A escolha certa depende do quanto a sua empresa valoriza privacidade, imagem e concentração.

O que é um espaço compartilhado

No modelo compartilhado, várias empresas e profissionais dividem o mesmo ambiente, normalmente em estações de trabalho abertas. É flexível e econômico, mas oferece pouca privacidade e pouco controle sobre o ambiente e o ruído.

O que é um escritório privativo

Um escritório privativo é uma sala fechada e exclusiva da sua empresa, mobiliada e climatizada. Você recebe clientes com privacidade e tem silêncio para se concentrar e fechar negócios, com acesso às salas de reunião e à concierge quando precisar.

Como escolher

Considere quatro pontos antes de decidir:

  • Privacidade: você atende clientes com informações sensíveis? O privativo protege conversas e documentos.
  • Imagem: a sala que sustenta o seu nome comunica solidez; um ambiente dividido com outras empresas, menos.
  • Concentração: trabalho que exige foco rende mais em um ambiente silencioso e controlado.
  • Custo: o espaço compartilhado costuma ter entrada menor; o privativo entrega exclusividade e padrão.

Para advogados, médicos, consultores e empresas que recebem clientes, o escritório privativo quase sempre compensa, porque o ambiente fecha o negócio antes da primeira palavra.

O que muda no dia a dia

A diferença entre os dois modelos aparece menos na planta do espaço e mais na rotina. No compartilhado, você chega e procura um lugar livre, guarda o material numa gaveta e conversa ao telefone com o cuidado de quem sabe que há gente ao lado. No privativo, a sala é a mesma todo dia, com os seus documentos, os seus equipamentos e a sua organização intactos.

  • Ligação com cliente: no compartilhado exige cabine ou fone; no privativo acontece na mesa
  • Documento físico: no compartilhado volta para a mochila; no privativo fica no armário
  • Reunião curta: no compartilhado depende de sala livre; no privativo acontece ali mesmo
  • Endereço de trabalho: no compartilhado a mesa muda todo dia; no privativo a sala exclusiva é sempre a mesma
  • Equipe: no compartilhado cada um senta onde dá; no privativo o time fica junto

Quando o espaço compartilhado é a escolha certa

Vale dizer o que costuma ser omitido por quem vende sala privativa: há situações em que o compartilhado é melhor. Quem passa a maior parte do tempo na rua ou na casa do cliente, quem usa o espaço duas ou três vezes por mês, e quem está testando uma operação nova antes de assumir compromisso maior tendem a gastar demais numa sala fechada que fica vazia.

O ponto de virada costuma ser a frequência de atendimento. A partir do momento em que você recebe clientes com regularidade, ou em que a conversa envolve assunto que não pode ser ouvido, a conta muda de figura. Quem precisa apenas de um lugar apresentável para encontros esporádicos costuma resolver melhor com sala de reunião por hora.

O ponto que quase ninguém considera: a confidencialidade

Advogado que discute estratégia processual, médico que colhe histórico, contador que trata de fiscalização e consultor que analisa números de cliente lidam com informação que não pode circular. Em ambiente compartilhado, isso não é questão de educação alheia: é questão de acústica e de proximidade física.

Para essas profissões, a sala fechada deixa de ser conforto e passa a ser requisito da atividade, com reflexo inclusive no dever profissional de sigilo.

Quanto custa cada modelo

O compartilhado cobra menos por mês, mas cobra por uso: sala de reunião extra, armário, impressão e horário estendido costumam entrar como adicional. O privativo reúne numa fatura só tudo o que a operação de um escritório exige, com horas de sala de reunião inclusas. Os valores atuais estão nas páginas de escritório privativo em Campo Grande e de escritório privativo em Dourados. Para quem tem Private Office, ficam à parte estes itens:

  • Endereço fiscal (instrumento próprio)
  • Horas de sala além das previstas no contrato
  • Estúdio de podcast (no MYJOB Executive)
  • Coffee break pelo cardápio
  • Plantão de 30% sobre a hora fora do horário ordinário
  • Impressão
  • Itens pagos do cardápio
  • Estacionamento (pago no Executive e em Dourados; cortesia no Afonso Pena)
  • Guarda de correspondência além de 10 dias (R$ 35 por dia)

Escritório privativo no MYJOB

No MYJOB, o escritório privativo vem com hospitalidade de hotelaria: concierge que recebe, café e chá à vontade, salas de reunião reserváveis e um endereço de prestígio em Campo Grande (Afonso Pena e Executive) e Dourados. Mais do que uma sala, um padrão.

Conheça o MYJOB pessoalmente.

Um clube privado de escritórios em Campo Grande e Dourados: escritório privativo, salas de reunião, endereço fiscal, endereço comercial e estúdio, com concierge e padrão de hotelaria.

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